segunda-feira, 12 de setembro de 2011

«Vitória dá motivação para jogo com o Benfica» - Pedro Emanuel

«Foi um bom resultado e uma vitória importante. Mas espera-nos um campeonato difícil, bastante competitivo, com equipas com bons executantes. Tivemos de trabalhar bastante para vencer. O Nacional queria limpar a imagem e dificultou muito a nossa tarefa», salientou o treinador dos estudantes, em declarações à Sport TV.

E o que mudou na Académica na segunda parte? «A postura e vontade dos jogadores em melhorar a sua exibição», indicou Pedro Emanuel, para quem o jogo terminou com um «resultado exagerado».

«Justificámos a vitória com uma boa exibição na segunda parte», referiu, admitindo que o triunfo «vai motivar» a equipa para o jogo com o Benfica.

«Mas sei que os jogadores não se vão deixar inebriar e vão manter-se iguais a si próprios, humildes, trabalhadores, dedicados e fiéis aos seus princípios».

in "Abola".

Resumo da partida entre Académica e Nacional da Madeira

domingo, 11 de setembro de 2011

Lista de convocados para o jogo contra o Nacional



Lista de convocados:

Guarda-redes: Peiser e Ricardo.

Defesas: João Dias, Berger, João Real, Abdoulaye, Nivaldo e Hélder Cabral.

Médios: Hugo Morais, Habib, Adrien, Diogo Melo e Danilo.

Avançados: Sissoko, Fábio Luís, der, Rui Miguel e Diogo Valente.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Abdoulaye dá entrevista a " MaisFutebol"



Se pensa que Abdoulaye é grande (com 1, 97 m é o jogador mais alto da Liga, juntamente com Yero, do Gil Vicente, e Fabiano, do Olhanense), então saiba que o jovem central da Académica tem um irmão, também desportista, que ainda lhe ganha. Mede qualquer coisa como 2,01 m, podia jogar basquetebol, mas, tal como o mano, preferiu os relvados. Chama-se Mamadou Ba e é o guarda-redes da selecção do Senegal.

O defesa descoberto há quase três anos pelo F.C. Porto no Senegal nasceu numa família de gigantes. «Às vezes, quando entro numa loja olham-me de baixo para cima como se fosse alguém diferente quando sou perfeitamente normal. Tenho sorte de não ter pés muito grandes [calça o 45] mas ao nível da roupa sinto dificuldades para encontrar os tamanhos certos», confessa, em jeito de desabafo.

A estatura levou-o, naturalmente, ao basquetebol. Acumulou as duas modalidades até aos 16 anos, mais a escola, até ao momento da escolha inevitável. Foi quando começaram os problemas. «Toda a gente me queria afastar do futebol. Achavam que não conseguiria por causa do meu físico. Até o meu pai queria que ficasse do basquete. Quando ia para os treinos, tinha de o fazer às escondidas.»

As resistências acabaram quando o jovem Abdoulaye conseguiu provar à família que seria capaz de triunfar nos relvados. «Foram momentos difíceis porque ninguém me apoiou. Tive de fazer o meu próprio caminho, com base nas minhas convicções. Agora, já aceitaram a ideia. Não é qualquer um que consegue um contrato profissional com o F.C. Porto...», conta, orgulhoso do seu percurso.

Aliás, o senegalês não esquece aquilo que aprendeu a atirar ao cesto e da forma como a modalidade o ajudou. «Ao nível dos apoios, da coordenação, da capacidade para conseguir virar-me rapidamente, são tudo aspectos que desenvolvi num desporto e acabaram por ser úteis no outro», refere, deixando claro que agora só pratica algum basquete de rua quando está de férias no país natal.

Treinou com Pedro Emanuel

Quando chegou ao Dragão, ainda com 17 anos, Abdoulaye pensava que não passaria nos testes e já se mostrava inclinado a aceitar uma proposta do Estrasburgo, para jogar na Liga francesa. Mas a perspectiva de poder assinar contrato profissional, como acabou para fazer depois de seis meses nos juniores, falou mais alto.

«Estive no plantel na última época de Jesualdo Ferreira mas não pude jogar sobretudo devido a uma lesão. Na época anterior, ainda treinei com o Pedro Emanuel, actualmente o meu treinador na Académica. Foi uma temporada difícil, porém positiva porque pude aprender com grandes jogadores, sobretudo na minha posição, Bruno Alves, Rolando...», conta, deixando escapar o desejo de poder voltar, para ficar, ao seio do F.C. Porto.

Coimbra serve de lição

Em Coimbra, o imponente central quer continuar a progredir e, para já, não está a dar mal, ao lado de Markus Berger no comando da defesa estudantil. «Quero mostrar o meu valor e triunfar, como qualquer africano que vem para a Europa. Gosto de ouvir os conselhos de toda a gente, aprender e evoluir para poder chegar ao topo. Não quero queimar etapas, vou procurar subir progressivamente, passo a passo, com muito empenho e dedicação. Só o trabalho compensa», assevera.

Habituado a ser o mais alto pelas equipas por onde passa, Abdoulaye revela, por vezes, alguma dificuldade para interagir com os colegas mais pequenos. «Relação com o Marinho (1, 66 m) ? Excelente. Mas às vezes não o consigo ver. Tenho de lhe gritar: onde estás? E afinal estava mesmo atrás de mim. Depois ele pergunta-me: como foi possível cresceres tanto? O quê que os teus pais te deram a comer quando eras miúdo[risos]?»

Noticia retirada do "MaisFutebol".

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Selecções levam....

O plantel da Académica tem previsto para hoje o regresso ao trabalho, após dois dias de folga. Mas como esta é uma semana mais curta, de selecções, os jogadores apenas irão trabalhar até sexta-feira. Por falar em selecções, Pedro Emanuel apenas não poderá contar com dois jogadores: Cédric (sub-21 de Portugal) e Nivaldo (Cabo Verde) foram convocados para os jogos internacionais dos seus países e regressam para a semana, a tempo da recepção ao Nacional.

domingo, 28 de agosto de 2011

Diogo Valente: «Vamos voltar às vitórias»

Diogo Valente comentou aos microfones da SportTV a derrota frente ao Gil Vicente (0-2), no arranque da 3.ª jornada da Liga. Para o jogador da Briosa, o mérito dos gilistas esteve no aproveitamento da bolas paradas.

“Esta derrota não nos vai afetar. Se continuarmos com este futebol e com esta atitude, vamos voltar às vitórias”.

Resumo da partida entre Gil Vicente e Académica